Como projeto do Rotaract, os membros do clube vão doar sangue no Hemominas de Divinópolis. Como não dá para todo mundo ir de uma só vez, hoje só deu para ir eu, o Gabriel (pequeno narigudinho) e o Israel. Beleza, iria ser uma viagem normal, dar o sanguinho lá e voltar. Porém, se eu soubesse que ia ser tão divertido (e se eu pudesse), eu iria todo dia doar sangue, só pra rir o tanto que eu ri hoje. E o pior: rir das bobagens que eu mesmo falava/fazia. Em etapas...
1- Chegamos no hospital. Galera de várias cidades pronta para doar (achei legal estar cheio, que bom que a galera tá gente boa, ou então é pra pagar promessa, sei lá, povo esquisito), e todo mundo com aquela cara típica de hospital. Bom, sobre o humor dos outros eu nem ligo muito, mas eu não queria ficar daquele jeito, então já fui inventando uma historinha pro Gabriel, para ele rir e alimentar minha imaginação. Falei pra ele que na verdade a gente tinha sido alvo de uma grande sacanagem, e que atrás dos balcões e na sala de doação rolava uma grande orgia sexual. Tá. Ótimo. O problema é que o negócio foi virando uma bola de neve tão grande que a gente teve que sair do hospital para rir, principalmente quando entrava alguém, já que depois da minha "explicação", eram todos atores pornôs contratados. Aí, caramba, só de entrar um cara mais ou menos feliz, já era motivo de gargalhada.
2- Me candidatei a doador de medula óssea também (é uai, já que tá lá, vai tudo de uma vez, custa nada mesmo). Na hora de dar o email, falei pra atendente que o meu era gatinho_dengoso@hotmail.com. Consegui evitar que ela escrevesse isso na folha a tempo. O Gabriel, como sempre, ficou lá passando mal de rir.
3- Óóóóbvio, é claaaro, que o hospital estava em clima de carnaval, afinal, estamos no Brasil, hã. O lugar estava todo enfeitado com serpentinas, máscaras e outras
4- Algumas cadeiras ficaram vagas, então sentamos. Tivemos o grande prazer de ficar na frente daqueles carinhas que NÃO TEM FONE DE OUVIDO, OU É PURO RETARDAMENTO MENTAL, e deixam o som do celular alto, para todo mundo ouvir. O nível das músicas estava só abaixando, até que atingiu o ápice: tocou aquela musiquinha tema dos dançarinos de rebolation. Vocês sabem, aquela que é uma mistura de eletrônico com sanfona...bom, aquele tecnobrega disfarçado. Foi difícil segurar o riso.
5- Depois de imensos rituais, entrevistas e mais coisas do estilo, fiquei na porta da sala de doação. Tomei o pré lanche (uma delícia), e fiquei lá, atazanando os próximos da fila. Engraçado como que até hoje o povo acredita naquela história de "semana passada um cara morreu aí, doando sangue..." Epa, minha vez.
6- Aí que eu vi o tanto que eu já estava odiado dentro do hospital. Até um carinha lá que eu nem tinha conversado nem nada [ele era a cara do Will Smith, depois vi que era gente boa] foi lá meter a carona no vidro só para ver eu tomando agulhada na veia. Foi muito massa, e beeem mais tranquilo do que eu imaginava. O único problema é que eu fiquei muito descontraído, e devo ter dobrado o braço sem ver, porque ficou um caroço de sangue na região de onde foi a agulhada. Mas isso eu resolvi com gelo. Quando o Gabriel entrou na sala, brincamos com as enfermeiras que o restinho do sangue elas usavam para fazer molho pardo e chouriço. Acho que elas não gostaram taanto da brincadeira, mas uma deu trela.
7- O lanche é muito turbo. Serviram suco, sanduíche, paçoquinha, iogurte, e duas bananas! Uhul \O/ Alimentado, era hora de esperar os outros que ainda estavam passando mal, ou doando. No desespero para fazer algo, nós três pegamos os ímãs de geladeira que ganhamos da hemominas e começamos a jogar em um negócio de ferro que tinha lá perto do refeitório, em uma espécie de tiro-ao-alvo de pobre. Tudo bem, até mudarmos o alvo. Na primeira tentativa do alvo novo, o
Enfim, deve ter acontecido outras várias coisas, que devido a minha leseira momentânea, não consigo lembrar. Doar sangue é muito legal, irei sempre que possível. Ainda não entendo porque não pude doar sangue lá no hospital do exército, mas...
500ml é muita coisa, dá pra te deixar bambinho. O Filho do meu Deus topou dar o sangue inteirinho, mais o corpo ainda. Realmente, teve muito as manhas, sem zueira.
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Ando altamente disperso, e estou até chateado comigo mesmo, por não estar tão empolgado com o início das aulas na faculdade. É estranho, porque eu sonhava com isso desde novo, era pra eu estar gritando que nem o Homem-Macaco
Não estou com muitas motivações para nada ultimamente, e somente o Cave Story tira o meu tédio. Entretanto, ele começou a me passar muita raiva, uma vez que eu não consigo zerar ele no final secreto (é MUITO difícil, semi-insano). Desacreditei [mais ainda] em várias coisas e tenho muito sono. Mas não consigo dormir devido ao calorão, especialmente de tarde. Bom, queria muito receber visitas. Nem que seja para assistir filmes toscos.
Esse blog está muito ruim depois que a Nena foi embora, eu sei. Mas não estou nem aí, no fundo torço para que várias [certas] pessoas parem de lê-lo, e desejo isso de verdade. Também, nas férias não há muito para contar, se lembrarmos que os acontecimentos massa citados aqui em sua maioria são fatos ligados à vida urbana e a minha caipiragem em relação a estes.
*Incógnita fez um msn. Vou adorar conversar com ela novamente, e ter alguém para rir dos meus desenhos toscos do msn.
*Gisney, meu filho, não vá beber nesse carnaval!!! Deus o abençõe.
*Senhor, abençoai aquela minha coleguinha, blablablablablabla.
Caramba, fiz esse post escutando o disco 2 do Faith (Deluxe Edition) do Cure... há muito tempo não ouvia...ainda é tão legal ouvir aquele grito de desespero das versões ao vivo de Other Voices...ou aquela melodia amedrontadora de All Cats Are Grey, ou...
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Bricolagem Musical:
all the faces, all the voices
no fear, no shy, no avohai.